Especialista em Cirurgia Geral
Cirurgia Robótica e Min. Invasiva
Endoscopia Digestiva
Mais de 18 anos de experiência
A cirurgia robótica é o modo de cirurgia mais avançada do mundo, sendo uma evolução da cirurgia laparoscópica. Essa tecnologia permite ao cirurgião ter uma visão tridimensional das estruturas internas do paciente, além de realizar movimentos mais precisos e seguros.
Maior precisão: Os braços do robô são controlados por um computador, o que reduz o tremor e a fadiga do cirurgião, resultando em movimentos mais precisos e seguros.
Menor risco de complicações: A menor necessidade de incisões (cortes) e o acesso mais fácil a áreas críticas reduzem o risco de complicações, como sangramento, infecção e dor.
Recuperação mais rápida: A cirurgia robótica geralmente resulta em uma recuperação mais rápida do que a cirurgia aberta, pois as incisões são menores e o tempo de internação é mais curto.
As hérnias da parede abdominal são protrusões de uma parte do conteúdo abdominal através de uma fraqueza ou abertura na parede abdominal. As hérnias podem ocorrer em qualquer local da parade abdominal, mas são mais comuns na região inguinal (região da virilha), na região umbilical (região do umbigo) e na região incisional (região de uma incisão cirúrgica anterior).
Colecistectomia é o nome técnico para a retirada da vesícula biliar. Cálculos na vesícola ou pedras, como chamamos popularmente, é um doença muito comum no mundo inteiro.
A retirada da vesícula é geralmente indicada para evitar complicações como inflamação da vesícula (colecistite), icterícia obstrutiva ou até pancreatite. Inicialmente, a cirurgia era realizada como um corte no abdômen. Há cerca de 30 anos, a laparoscopia se tornou um método mais comum, com pequenas incisões e instrumentos operados por meio de uma câmera inserida no abdômen. Mais recentemente, a cirurgia robótica também se tornou uma opção, na qual o cirurgião controla os intrumentos remotamente.
A gastroplastia redutora, também conhecida
como cirurgia bariâtrica ou cirurgia de redução
do estômago, é um procedimento cirúrgico para
o tratamento da obesidade, que é classificada
como uma doença pela Organização Mundial de
saúde (OMS).
Reduzir o volume do estômago, de modo a gerar sensação de saciedade com menos alimento;
Alterar a forma ou o caminho do intestino delgado, de modo a diminuir a absorção de nutrientes.
A colectomia videolaparoscópica é uma cirurgia minimamente invasiva que remove parte ou todo o intestino grosso por meio de pequenas incisões no abdômen.
Câncer de cólon: A colectomia videolaparoscópica é o tratamento padrão para o câncer de cólon.
Pólipos adenomatosos: Os pólipos adenomatosos são crescimentos benignos no intestino grosso que podem se tornar cancerosos. A colectomia videolaparoscópica pode ser usada para remover pólipos adenomatosos grandes ou múltiplos.
Doença inflamatória intestinal: A doença inflamatória intestinal, como a colite ulcerativa e a doença de Crohn, pode causar inflamação e danos ao intestino grosso. A colectomia videolaparoscópica pode ser usada para tratar a doença inflamatória intestinal que não responde ao tratamento médico.
A doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) é uma condição na qual o conteúdo ácido do estômago reflui para o esôfago, causando sintomas como azia, regurgitação ácida, dor no peito e dificuldade para engolir.
O tratamento da DRGE geralmente começa com medidas conservadoras, como mudanças no estilo de vida e medicamentos. No entanto, em alguns casos, a cirurgia pode ser necessária.
As correções cirúrgicas da DRGE têm como objetivo fortalecer o esfíncter esofágico inferior (EEI), uma válvula que impede que o conteúdo do estômago reflua para o esôfago.
A endoscopia digestiva alta (EDA), também conhecida como esofagogastroduodenoscopia (EGD), é um exame médico que permite ao médico visualizar o interior do esôfago, estômago e duodeno. O exame é realizado com um tubo flexível, chamado de endoscópio, que é inserido pela boca do paciente. O endoscópio possui uma câmera na ponta que transmite as imagens para um monitor.
A colonoscopia é um exame médico que permite ao médico visualizar o interior do intestino grosso e do reto. É realizada através da introdução de um tubo fino e flexível com uma câmera na ponta, chamado de colonoscópio.
A colonoscopia é utilizada para diagnosticar e tratar uma variedade de condições do intestino grosso, incluindo:
Câncer colorretal: O câncer colorretal é o tipo de câncer mais comum no Brasil. A colonoscopia é o exame mais eficaz para a detecção precoce do câncer colorretal, quando o tratamento é mais eficaz.
Pólipos: Os pólipos são crescimentos benignos que podem se tornar cancerosos com o tempo. A colonoscopia pode ser usada para remover os pólipos, prevenindo o desenvolvimento de câncer.
Inflamações: A colonoscopia pode ser usada para diagnosticar e tratar inflamações do intestino grosso, como a doença de Crohn e a colite ulcerativa.
Doenças vasculares: A colonoscopia pode ser usada para diagnosticar e tratar doenças vasculares do intestino grosso, como a diverticulite e a angiodisplasia.
O balão gástrico é um procedimento bariátrico não cirúrgico que consiste na inserção de um balão de silicone ou poliuretano no estômago. O balão é inflado com um líquido estéril, ocupando cerca de 500 a 600 ml de espaço no estômago.
O balão gástrico atua promovendo a sensação de saciedade mais rapidamente, o que leva a pessoa a comer menos. Além disso, o balão também ajuda a reduzir o tamanho do estômago, o que também contribui para a perda de peso.
Pessoas com excesso de peso que não tenham indicação de cirurgia bariátrica;
Pessoas que necessitam perder peso, mas não querem se submeter a cirurgia bariátrica;
Pacientes que não podem tomar medicações para redução de peso;
Pessoas que estejam com seu peso muito aumentado, predispondo um risco muito grande para a cirurgia bariátrica;
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